Uma pessoa plena é mais feliz

Uma pessoa plena é mais feliz

John Powel em seu livro “Para Viver em Plenitude” define que as pessoas que vivem em plenitude são aquelas que estão usando todas as suas faculdades, poderes e talentos (e isso tudo é conseguido pelo exercício do autoconhecimento).

Pessoas plenas funcionam tanto com seus sentidos externos quanto internos. Sentem-se confortáveis e abertas à experiência total e à expressão de todas as emoções humanas, sem medo de ser feliz.

Essas pessoas vibram, cheias de vida, em sua mente, coração e desejo. Elas vêem a beleza do mundo. Escutam sua música e absorvem sua poesia. Aspiram o cheiro de cada novo dia e experimentam “a delícia e a dor de ser o que é”, sem medo. Estar vivo em plenitude significa estar aberto a toda experiência humana. As pessoas plenas ativam a imaginação e cultivam o senso de humor. Tornam-se capazes de experimentar toda a gama de sentimentos humanos – admiração, medo, ternura, compaixão, a agonia e o êxtase.

As pessoas plenas estão vivas também em suas mentes. Estão bem conscientes da sabedoria de Sócrates em sua afirmação de que “uma vida sem reflexão não vale a pena ser vivida”. As pessoas plenas estão sempre pensando e refletindo. São capazes de fazer as perguntas certas à vida, e flexíveis para permitir que a vida as questione.

A plenitude da vida, no entanto, não deve ser mal interpretada como sendo um “mar de rosas”. As pessoas plenas, exatamente por serem plenas, com certeza experimentam tanto o fracasso quanto o sucesso. Estão abertas tanto à dor quanto ao prazer. Têm muitas perguntas e algumas respostas. Choram e riem. Sonham e esperam. As únicas coisas que não fazem parte de sua experiência são a passividade e a apatia. Elas dizem um forte “sim” à vida e um sonoro “amém” à felicidade. Sentem a intensa dor do crescimento – de deixarem o velho e irem direto ao novo – mas sua mente está sempre alerta e seu coração aberto. Estão sempre em movimento, crescendo, vivendo um processo; sendo criaturas de evolução contínua.

No exercício das diferentes etapas do amadurecimento humano e da busca da plenitude, o indivíduo arregaça as mangas e desenvolve com o seu sangue o movimento de aprender a aprender e aprender a se autoconhecer.

Parte do texto A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONHECIMENTO – VOCÊ JÁ ESTÁ NO CAMINHO?
de Maria Lúcia Rocha Costa para o site www.evolucaohumana.com.br

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