Tudo o que existe no mundo foi construído, pelo menos, duas vezes, a primeira sempre no sonho de alguém.
Já imaginaram se Walt Disney não tivesse sonhado com a Disneylândia? O sonho é o alimento da alma. É o que nos impulsiona para a conquista.
Diante de tudo que estamos vivendo neste momento, só nos resta sonhar. Utilizar dessa capacidade maravilhosa que nos foi concedida, e com a qual nosso cérebro se diverte. Por falar em diversão, parece que poucas senhas foram distribuídas novamente neste ano, a exemplo da escassez do ano passado.
Comecemos sonhando que esse vírus famigerado, por obra divina, do jeito que veio se vá, visto que fez todo mundo repensar seu sistema de saúde, principalmente hábitos sanitários.
Sonhemos que no nosso governo acelerará a compra de vacinas e com isso atingirá os tão sonhados 75% da população vacinada, que o ritmo atual só será atingido em outubro de 2022, que possamos atingir esse patamar ainda este ano.
Sonhemos que choverá a quantidade necessária, no local necessário, e que isso nos poupará do desabastecimento, assim como os governantes farão um planejamento melhor em termos de reservatórios.
Sonhemos que na política não haja interferência indevida de ministros midiáticos que com suas eloqüentes decisões monocráticas deixam nossas leis de pernas para o ar.
Sonhemos que possamos conhecer o nome de nossos heróis históricos e nossos ídolos contemporâneos ao invés de sabermos decor e salteado o nome de 11 semideuses de um tal de STF.
Entendem porquê clamo para que sonhemos? Para ver se esta realidade fica menos dura.
Nos sonhos no livramos de coronas, Fachins, alagamento, falta de UTI’s, e de tudo o mais que nos tira o sono.
Enfim sonhar é o balsamo que nos permitirá continuar vivendo e lutando por dias melhores. Se todos estivermos plugados nesses sonhos, estaremos interligados nesse inconsciente coletivo (Jung), promovendo uma onda altamente positiva, capaz de gerar as mudanças com as quais tanto sonhamos.
Dr. Edmilson Fabbri para a Revista Ciência e Fé – Ed. 253 – ABRIL 2021
